Biografia

Sou Alexandre Gurgel, pré-candidato à Prefeitura de Petrópolis, tenho 52 anos, nasci no Rio de Janeiro e vivo na Cidade Imperial há mais de 20 anos.

Recentemente completei 25 anos de casado com a fisioterapeuta Ivana e sou pai do estudante de engenharia e comediante Pedro. Comecei a trabalhar, aos 14 anos, numa oficina de manutenção de equipamentos eletrônicos; aos 17 anos passei no concurso para oficial de náutica (piloto) da Marinha Mercante e sou oficial da reserva não remunerada da Marinha de Guerra.

Costumo responder, para quem questiona a minha falta de experiência na política partidária, que há muito tempo venho me preparando para retribuir tudo o que essa cidade trouxe de positivo para a minha vida.

Fui Secretário de Indústria e Comércio de Macaé e diretor da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), e, além desses cargos de liderança em organizações públicas, atuei por mais de 20 anos como consultor de empresas privadas e fui professor de administração da Fundação Getúlio Vargas.

Parte dessa experiência profissional está relatada nos dois livros que escrevi, “Elite da Gestão – Todo Executivo Lidera Operações Especiais” e “Localização Industrial – Gestão dos Fatores de Competitividade”.

Atualmente, faço o doutorado em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento. Estudar, estar sempre me atualizando é um dos meus hobbies preferidos. O outro é conhecer pessoas, fazer amizade com gente dos mais variados credos, bagagem cultural e profissões, não importando o saldo bancário nem a cor da pele.

Escolhi me filiar a um partido de centro porque me identifico integralmente com suas propostas, com o direcionamento ideológico que busca aperfeiçoar o sistema financeiro em benefício de todas as camadas sociais. Essa opção preferencial pela moderação e equilíbrio – que na filosofia aristotélica já era conhecida como a doutrina do meio-termo e que os budistas chamam de caminho do meio – é o que adoto também na minha trajetória pessoal, procurando sempre me distanciar dos extremos. Penso que essa é a conduta mais acertada do ser humano que deseja encontrar a sua própria felicidade.

 

 

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